segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
sábado, 25 de dezembro de 2010
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Texto da Gracyela
DOMINGO, 18 DE JULHO DE 2010
Aos meus...
Eu que fugia de mim... que cantava canções alheias para não ouvir as minhas canções... que falava de mim apenas o superficial, achando que era o essêncial...
Mexi meu corpo, busquei lembranças, vasculhei palavras, balancei sentimentos, chorei, ri e me entreguei verdadeiramente... e continuo numa viagem verdadeira, orgânica e amorosa, não mais sozinha, mas com algumas pessoas que aceitaram a proposta do encontro consigo e descobriram estar com e no outro!
Eu SOU!
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Luz silenciosa
domingo, 28 de novembro de 2010
sábado, 27 de novembro de 2010
Paprika (Anime Movie) Trailer [720p HD]
"Satoshi narra de maneira hipnótica, sem concessões, diabolicamente imaginativo. Usa o desenho animado para derrubar as barreiras da lógica e da percepção por meio de uma montanha-russa de estímulos sensoriais e intelectuais. Nos melhores momentos, lembra os grandes artistas surrealistas. Mas não é sempre que o diretor acerta: a utilização excessiva da psicanálise por vezes soa superficial e apressada, talvez até mesmo gratuita, além do que os signos religiosos japoneses são desconhecidos da platéia ocidental, deixando algumas partes do filme incompreensíveis. A trama policial cheia de reviravoltas e o excesso de citações cinematográficas conspiram para deixar o filme mais confuso do que necessariamente denso. De qualquer forma, é um filme original, feericamente inventivo, adulto e exigente. Mais que uma curiosidade, Paprika é essencial e precisa ser visto." |
Leitura dramática de trechos do texto "Maria Beata do Egito"
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Compilação/ segunda e terça
domingo, 21 de novembro de 2010
sábado, 20 de novembro de 2010
Fragments du désir - Fragmentos do desejo
Companhia Dos à Deux
Criada na França em 1997
A cia. Dos à deux, baseada em Paris, foi criada em 1997 com o impulso de dois artistas, André Curti e Artur Ribeiro.
Frente a frente, um homem e seu filho jogam xadrez. Há vários anos jogam a mesma partida…como um ritual de uma conversa sem palavras. Nesse silêncio absoluto, Olga, a governanta da casa, lhes observa. Os olhares dizem tudo, as lembranças do passado, o que nao se deve falar…. As respirações marcam as pausas entre cada gesto preciso. Angelo, esse filho, cujo nascimento matou sua mãe, retorna sistematicamente a casa do pai, para tentar dizer quem realmente é.
Angelo é também Angel. A necessidade de se travestir vem desde a sua infância, um verdadeiro conflito da sensação de ter nascido em um corpo errado. Angel canta em um cabaré. Sua voz profunda e brilhante parece lhe fazer flutuar sobre a cena. Orlando é um personagem que foi completamente cativado e hipnotizado por essa voz... sempre vem ao cabaré para ouvir a mágica voz pela qual se apaixonou. Com certeza é a mulher mais linda que ja ouviu.
Orlando é cego… uma historia começa…
Fragmentos de vidas, fragmentos de emoções, fragmentos do desejo ...
Eita!!!! Puro Almodóvar!!!!
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
terça-feira, 16 de novembro de 2010
O espírito da colméia



terça-feira, 9 de novembro de 2010
Corpo
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Palhaço caveira


segunda-feira, 25 de outubro de 2010
domingo, 17 de outubro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
LITERATURA INFANTIL SEM DISTINÇÕES - Peter Hunt
ENTREVISTA: PETER HUNT
LITERATURA INFANTIL SEM DISTINÇÕES
Por Livia Deorsola
Em qualquer parte do mundo, ao entrar numa livraria e perguntar por um livro para crianças, provavelmente você será encaminhado para uma seção diferenciada, à parte dos chamados livros “adultos”. Compreensível, afinal, o estabelecimento precisa se organizar com base em alguns critérios, embora questionáveis. O problema é quando críticos e teóricos da literatura adotam parâmetros semelhantes, com o agravante de confinarem as histórias infantis em categorias inferiores quando comparadas às produzidas para gente grande.
A questão é minuciosamente tratada pelo britânico Peter Hunt em Crítica, teoria e literatura infantil, livro que ganhou uma reformulada e ampliada edição pela Cosac Naify, inédita no Brasil. Fundador e professor de literatura infantil da Cardiff University, o primeiro curso do gênero na Grã-Bretanha, Hunt discute o papel de escritores, educadores, editores e pesquisadores neste cenário, além de apresentar as mais importantes tendências da teoria literária ao longo do século XX. "Estamos no ponto mais excitante do desenvolvimento da comunicação e da literatura dos últimos quinhentos anos, e a literatura infantil lidera esta trajetória", ele afirma.
Na entrevista abaixo, Hunt - fã de Lewis Carroll - comenta o desafio crítico diante das novas mídias, as interferências no encontro entre os livros e as crianças e conta como ajudou a formar quatro filhas leitoras.
A primeira edição de Crítica, teoria e literatura infantil é de 1991. Como foi a experiência de reeditar e atualizar a obra com uma editora estrangeira? Quais foram as principais mudanças?
Este foi um processo muito interessante. O livro foi escrito numa época na qual tínhamos que lutar arduamente para que as pessoas compreendessem quão importante são os livros infantis. Além disso, desde 1991, muita coisa foi escrita na área da teoria e da crítica, e percebo que a teoria tem se tornado menos relevante do que costumava ser. Consequentemente, fiz um balanço do que sei agora com o que sabia na época. De qualquer forma, a luta pela literatura infantil está longe de acabar e, em alguns países (e algumas universidades do Reino Unido) ainda temos que defender esta causa. Assim, a primeira metade do livro mantém todos os argumentos; já a segunda foi alterada levando em consideração os desenvolvimentos recentes, especialmente na poesia e nas novas mídias.
O que foi preciso ser repensado para esta nova edição, tendo em vista o público brasileiro?
O ponto principal – este foi um grande aprendizado para mim – foi perceber como a primeira edição estava estruturada na crítica literária inglesa e em livros infantis ingleses e norte-americanos. Muitos dos exemplos foram retirados de obras que caíram na obscuridade, então busquei novos exemplos, incluindo títulos mais conhecidos. O livro original tinha por objetivo apenas a academia. A nova versão tem um público mais amplo em mente.
No capítulo final “Literatura e as novas mídias”, escrito especialmente para a edição brasileira, você trata da mudança da ideia de narrativa, ou melhor, da desconstrução de sua linearidade. Acredita que a análise teórica desta nova forma de expressão literária será possível ainda nesta geração de críticos?
Apenas se houver uma mudança de mentalidade. Parece-me que a crítica funciona como um terceiro elemento entre o livro e o leitor, e, em certa extensão, isto requer um texto “estático” ou “fixo”. Igualmente, os críticos se valem de padrões estabelecidos e aceitos aos quais relacionam seus julgamentos e interpretações. Está colocado o problema para a crítica tradicional: no mundo de hoje, os textos se alteram; podem ser reescritos pelos leitores ou por múltiplos autores; perpassam diferentes mídias. O que fazer quando a audiência (especialmente se forem crianças) não partilha destes valores comuns? Eis a questão.
Por tudo isso acho que estamos no ponto mais excitante do desenvolvimento da comunicação e da literatura dos últimos quinhentos anos (desde a invenção dos “caracteres móveis”) e a literatura infantil está liderando a trajetória. Os críticos terão ainda um importante papel a cumprir, mas será necessário aprender novas habilidades e técnicas.
No livro, você comenta rapidamente sobre como incentivou suas quatro filhas a lerem. Como era o cotidiano familiar de leitura?
Não tínhamos televisão – na Inglaterra de 20 anos atrás, esta era a única alternativa à mídia impressa – e nossas crianças liam um bocado. Eu e minha mulher líamos diariamente para elas desde quando eram bebês e assim os livros se tornaram uma parte natural da casa. Até mesmo durante as férias a família se reunia para ler. Claro, tínhamos a vantagem dos livros infantis serem objeto do meu trabalho, o que facilitou as coisas. Ainda temos cerca de 4 mil exemplares em casa.
Hoje todas elas são boas leitoras, além de cinéfilas. A mais velha adora chick-lit[literatura voltada ao público feminino] e romances; a segunda lê vorazmente clássicos e filosofia e, aos 25 anos, é de longe melhor leitora que eu.
Você aponta as muitas mediações até que um livro chegue às mãos de uma criança, passando pelos pais, professores, bibliotecários, editoras e livreiros. Quais os caminhos mais saudáveis para que o encontro leitor-livro aconteça?
Penso que o caminho mais saudável é fazer com que o livro seja um objeto corriqueiro na sociedade e na vida familiar. Em alguns países, está se tornando marginalizado pelas novas mídias: no lugar de livros, as crianças têm um computador ou uma TV em seus quartos. Se uma casa é cheia de livros, então o encontro se torna natural. Os pais deveriam ler para as crianças e com elas.
Mas, veja: não estou argumentando que livros são algo melhor que outras mídias, são apenas diferentes e produzem outras habilidades e prazeres.
Você assinala as dificuldades dos adultos em ler as histórias ditas infantis, ao mesmo tempo em que essas histórias nascem de uma mente adulta. Por que é tão difícil de atingir toda a potencialidade que um livro infantil oferece?
Ler um livro infantil simplesmente por prazer é muito difícil para um adulto. A experiência é confundida com memórias de infância, com o desejo de ler em nome da criança, com a necessidade de fazer julgamentos sobre a adequação. Muitas vezes não se acredita que esta literatura pode oferecer o mesmo tipo de prazer intelectual que a adulta.
Por que em geral se imagina que a apreciação estética seja algo fora do espectro infantil?
Por que está vinculada ao conhecimento cultural e à educação técnica, e, geralmente, a um procedimento de seleção elitista e de dominação adulta. Presume-se que, a menos que você tenha experiência cultural e possa articular seu pensamento em termos convencionalmente aceitos, você é incapaz de fazer interpretações estéticas. Obviamente, um leitor inexperiente terá uma maneira diferente de apreciar um livro, mas não significa que ele seja incapaz.
Quão prejudicial pode ser a noção de utilidade – como a preocupação em repassar ensinamentos morais através do texto, por exemplo – quando aplicada à literatura infantil?
É quase impossível isto não acontecer, já que os autores de livros infantis invariavelmente têm pontos de vista ideológicos. Quando a literatura infantil é usada, por exemplo, como meio de alfabetização, o dano mais comum é que isso desestimule a criança para a leitura.
É tentador para um liberal como eu sugerir que livros escritos com um propósito moral são menos lúdicos ou menos bem escritos ou menos sutis que outros. Entretanto, basta olhar para a história para perceber que obras com as mais óbvias abordagens religiosas foram muito populares no passado. A infância muda.
Ao citar exemplos de obras livres de reducionismos e amarras literárias,Lewis Carroll é constantemente mencionado. Qual seu principal mérito?
Carroll teve vários méritos, mas o maior deles é seu respeito pelo leitor infantil. Suas obras têm muitas camadas – emotiva, política, lógica, entre outras –, e tenho certeza de que ele acreditava que as crianças eram capazes de entendê-las ou ao menos ficavam instigadas a fazer indagações. Mesmo suas emoções pessoais estão presentes em seus textos, para que as crianças sentissem empatia ou as rejeitassem.
Você já escreveu ficção infantojuvenil. Por que interrompeu esta atividade? Ainda se reconhece como escritor?
Sim, ainda me considero um escritor – é o que tenho feito desde os oito anos. A escrita acadêmica é algo que tive que fazer para me sustentar. Não parei de escrever para crianças, apenas parei de ser publicado. Escrevi seis livros em quatro anos e senti que isto era tudo o que tinha para dizer: acredito plenamente na ideia de que um escritor deveria escrever apenas os livros que realmente precisa. Há muito tempo tentei publicar mais livros, mas meu editor, muito acertadamente, os rejeitou.
Depois de 20 anos, voltei a escrever para crianças porque ainda queria me expressar. Mas meu novo romance não foi publicado por que os editores alegaram que está fora de moda – é gentil demais, intelectual demais. Não fiquei surpreso com a resposta, afinal não posso esperar que seja popular um livro que satiriza um outro tipo de literatura infantil.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
sábado, 2 de outubro de 2010
Oficina: O corpo, o gesto e a voz na narrativa oral

A partir de contos populares e contos de fadas advindos da tradição oral de diversos países, esta oficina pretende abordar os elementos de teatralidade presentes no ato de contar histórias. Com o mínimo de recursos e objetos cênicos, trabalharemos o corpo, a modulação da voz e a gestualidade como principais ferramentas da narrativa oral enquanto processo de encenação.
Facilitadoras: Juliana Carvalho e Paula Yemanjá





























