domingo, 28 de novembro de 2010

Afrocontos

Planos....

Oficina Orixás

Foi muito legal o ultimo dia!!!

Exercício a partir do texto “Margem Abandonada” conduzido por José Fernando de Azevedo e Lucienne Guedes




Jogo, Gesto e “Contradispositivos” – Trabalho sobre o texto “Margem Abandonada”, de Heiner Muller oficina prática - ministrada por José Fernando de Azevedo (SP) e Lucienne Guedes (SP)

sábado, 27 de novembro de 2010

Paprika (Anime Movie) Trailer [720p HD]

"Satoshi narra de maneira hipnótica, sem concessões, diabolicamente imaginativo. Usa o desenho animado para derrubar as barreiras da lógica e da percepção por meio de uma montanha-russa de estímulos sensoriais e intelectuais. Nos melhores momentos, lembra os grandes artistas surrealistas. Mas não é sempre que o diretor acerta: a utilização excessiva da psicanálise por vezes soa superficial e apressada, talvez até mesmo gratuita, além do que os signos religiosos japoneses são desconhecidos da platéia ocidental, deixando algumas partes do filme incompreensíveis. A trama policial cheia de reviravoltas e o excesso de citações cinematográficas conspiram para deixar o filme mais confuso do que necessariamente denso.

De qualquer forma, é um filme original, feericamente inventivo, adulto e exigente. Mais que uma curiosidade, Paprika é essencial e precisa ser visto."

Leitura dramática de trechos do texto "Maria Beata do Egito"


Projeto Cena Dolor
Local: Biblioteca Publica Dolor Barreira
Atores: Paula Yemanjá, Edivaldo Batista e Flavia Cavalcante

O evento aconteceu no dia 25 de Novembro de 2010, em comemoração do centenário de nascimento da escritora cearense Rachel de Queiroz. Nossa participação se deu em dois momentos: no primeiro fizemos uma intervenção onde abordávamos algumas pessoas do publico com a seguinte pergunta " eu poderia ler um trecho de uma obra de Rachel de Queiroz para você?". Se a pessoa aceitasse, escolheríamos um trechos da obra e leríamos para ela.
No segundo momento, fizemos a leitura dramática de trechos do texto teatral "Maria Beata de Egito"

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Compilação/ segunda e terça

1. Descrição da imagem que te toca. Exemplo: imagem que te motivou a fazer teatro. Pedir para que outro diga o que falou.
Criação de imagem, evocação de imagem no publico, descrição da imagem mais forte em para você a partir do estimulo do outro.

2. Caminhadas pelo espaço: observando os outros, trabalhando a ocupação do espaço, sendo afetado pelo outro. Objetivo: Escolher uma pessoa do grupo, a sua movimentação será estimulada pelo movimento desta pessoa. Escolher uma segunda pessoa. Criar uma movimentação triangular, utilizando as duas pessoas como pontas do triângulo. Movimentar -se buscando a primeira pessoa e ficando o mais afastado da segunda pessoa.

Explanação sobre construção do espaço a partir de sua posição. Zona positiva ( espaço ocupado por você) e espaço negativo ( espaço criado a partir de sua escolha e que pode ou não se ocupado pelo outro). A sua escolha define e constrói o seu olhar

3. Trabalho de construção de energia. Da terra ao céu. Trabalho concentração e conexão com o outro: primeiro sem toque, depois caso não haja perca da concentração/energia, tocando o outro.

4. Ciranda: construir uma conexão entre os participantes. a ciranda muda de direção, de ritmo ou para todos ao mesmo tempo.

5 Trabalho de percepção sensorial: inicia com estímulos sonoros, depois com a introdução de musicas e a partir do gesto. Atentar para utilização do espaço.

6. Trabalho de contenção do gesto: Duplas frente a frente, afetar e ser afetado.

* trabalho de raia e jogo

domingo, 21 de novembro de 2010

Parcerias

sábado, 20 de novembro de 2010

Fragments du désir - Fragmentos do desejo


Companhia Dos à Deux

Criada na França em 1997

A cia. Dos à deux, baseada em Paris, foi criada em 1997 com o impulso de dois artistas, André Curti e Artur Ribeiro.


Frente a frente, um homem e seu filho jogam xadrez. Há vários anos jogam a mesma partida…como um ritual de uma conversa sem palavras. Nesse silêncio absoluto, Olga, a governanta da casa, lhes observa. Os olhares dizem tudo, as lembranças do passado, o que nao se deve falar…. As respirações marcam as pausas entre cada gesto preciso. Angelo, esse filho, cujo nascimento matou sua mãe, retorna sistematicamente a casa do pai, para tentar dizer quem realmente é.

Angelo é também Angel. A necessidade de se travestir vem desde a sua infância, um verdadeiro conflito da sensação de ter nascido em um corpo errado. Angel canta em um cabaré. Sua voz profunda e brilhante parece lhe fazer flutuar sobre a cena. Orlando é um personagem que foi completamente cativado e hipnotizado por essa voz... sempre vem ao cabaré para ouvir a mágica voz pela qual se apaixonou. Com certeza é a mulher mais linda que ja ouviu.

Orlando é cego… uma historia começa…

Fragmentos de vidas, fragmentos de emoções, fragmentos do desejo ...

Eita!!!! Puro Almodóvar!!!!

Costurando!!!

Ai, ai rachel

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Orixás


quarta-feira, 17 de novembro de 2010

processo


terça-feira, 16 de novembro de 2010

O espírito da colméia





Vou começar pelo lugar comum: esse é um filme bem difícil de se assistir. Ele começa bem lento, meio sem dizer a que veio, mostrando uma vida morna onde quase nada acontece. Começa ( já ia esquecendo) como qualquer história infantil: era uma vez...
Era uma vez uma cidade qualquer no meio da Espanha,. 1940. Uma familia mora numa grande fazenda, que um dia foi muito prospera: Um pai que pesquisa abelhas, uma mãe aristocrática que vive presa ao passado e duas crianças, Isabel e sua irmã Ana, que a moda dos personagens infantis dos contos de fadas vivem isoladas dos mundos dos adultos. E também temos "Franskenstein", filme de terror que as irmãs assistem e lhes apresenta um mundo de vida e morte. É a partir das reverberações deste filme no espirito das duas crianças ( em especial em Ana) que o filme acontece.
Enquanto Isabel (a irmã mais velha e de comportamento sádico) passa a assombrar a irmã com história de espíritos, a reproduzir "comportamentos" do monstro Frankenstein como na cena que tenta estrangular o gato ou simula um acidente para assustar a irmã. A pequena Ana traça o caminho contrário da descoberta da solidariedade e coragem.
O filme é uma grande fábula e para mim retrata com sutileza o processo de individuação de uma criança. Quando Ana foge de seu pai por causa da descoberta da morte do revolucionário ( a primeira morte real com a qual tem contato) e adentrando nos bosques (de novo o universo das fadas) que fazem fronteiras com a propriedade de sua familia, ficando frente a frente com o monstro que a assusta e fascina, a menina apesar do temor o encara e acolhe. Depois temos o amanhecer, a menina é encontrada e levada para casa. Chega a noite novamente, e com ela todos os temores e mistérios que lhe são inerentes, a irmã Isabel se encolhe e se protege temerosa das fantasmas que ela mesma criou e alimentou. Já Ana levanta- se da cama e abre a janela para receber a luz do luar e encarando/superando seus medos fecha os olhos e diz " sou Ana".
A menina amadurece e se assume enquanto individuo.

* O movimento inquieto das abelhas reflete a inquietação internas dos personagens
* A casa é como uma grande colméia, onde cada um vive seu espaço e conflitos banhados pela belíssima luz mel proposta por Francisco Cuadrado
* Fantasia e política se encontram com muita subjetividade. Só no meio do filme pensei que essa é uma história de guerra também.
* Não há respostas ou explicações, só silencio repletos de significações.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Corpo

"O corpo é o que temos de mais intimo mas é incrível como não temos intimidade com ele".
"Corpo é arquivo de memória".
"Hoje vamos re-aprender a andar".
"Articulação: um corpo livre de tensão e esforço".
...
Minha coluna estalou durante uma respiração logo após ser alinhada na posição correta.
Não doeu, na verdade foi bem relaxante e agradável.

Vontade de estudar anatomia.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010



às vezes o monstrinho que há em mim grita
se debate
se descabela
às vezes o monstrinho que há em mim adormece
anoitece
há vezes...