domingo, 28 de fevereiro de 2010

É....



Fizemos nossa segunda apresentação dos palhaços: novas ideias surgiram, outras se fortaleceram. Começou a nascer um enredo, um embrião de história. Talvez seja o fio que faltava para justificar toda a esquete. A personagem do Ed está mais atuante, mais forte. Aumentamos interação entre essas duas figuras.
Me questiono sobre o porque e para quem fazemos esse trabalho. Para que serve um bando de "palhacinhos" deprimidos e psicoticos? Que dramaturgia será essa que vem do corpo?
São perguntas para quais ainda não tenho resposta.
Mas conversando/testando a gente se entende...
Espero...

fotos: Rafael Escósio



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