Fizemos nossa segunda apresentação dos palhaços: novas ideias surgiram, outras se fortaleceram. Começou a nascer um enredo, um embrião de história. Talvez seja o fio que faltava para justificar toda a esquete. A personagem do Ed está mais atuante, mais forte. Aumentamos interação entre essas duas figuras.
Me questiono sobre o porque e para quem fazemos esse trabalho. Para que serve um bando de "palhacinhos" deprimidos e psicoticos? Que dramaturgia será essa que vem do corpo?
São perguntas para quais ainda não tenho resposta.
Mas conversando/testando a gente se entende...
Espero...
fotos: Rafael Escósio
Nenhum comentário:
Postar um comentário